17/01/2018

Destaque, Notícia

Antônio Carlos Macedo completa 15 anos de Gaúcha Hoje

Há 15 anos que o Antônio Carlos Macedo é responsável por conectar os gaúchos com o dia que está começando no programa Gaúcha Hoje. Na manhã desta sexta-feira (1º), das 5h às 8h, o programa foi especial, cheio de mensagens de ouvintes, colegas, além de homenagens.

A homenagem incluiu depoimentos do presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, do colega de ancoragem no programa, Jocimar Farina, além de outros parceiros com os quais convive. No estúdio, Macedo foi surpreendido pela presença de dois de seus filhos, Bibiana e Guilherme, além da vice-presidente de Produto e Operações do Grupo RBS, Andiara Petterle, do gerente-executivo de Jornalismo da Gaúcha, Cyro Silveira Martins Filho, e outros colegas da Gaúcha.

– A gente faz rádio para o público. E é essa parceria que nos motiva muito, algo que começou há 20 anos, no Chamada Geral. Os ouvintes são os nossos olheiros – saudou Macedo.

No ar desde 1978, o Gaúcha Hoje era um programa mais voltado à opinião. Com a chegada de Macedo em 2002, o programa passou a ter como foco a informação. E, atualmente, o Gaúcha Hoje não se restringe ao rádio. Macedo e os demais integrantes do programa, além da equipe de repórteres utilizam as redes sociais para estarem ainda mais próximos dos ouvintes. Hoje é possível acompanhar o programa também com imagens pelo Facebook. Macedo lembra que, em 2002, havia apenas o e-mail disponível para essa aproximação com o ouvinte. O blog do programa foi criado em 2006, em 2007 o torpedo passou a ficar acessível e, há três anos, o Whatsapp é a principal ferramenta de comunicação direta entre o programa e os ouvintes. Nesta sexta-feira, Macedo fez a seleção especial com músicas que eram sucesso em 2002, quando assumiu o programa.

Há 33 anos na Gaúcha, Macedo foi repórter de esportes durante 18 anos, além de apresentador do Chamada Geral e da pré-jornada. Atualmente, além do Gaúcha Hoje, apresenta o Chamada Geral primeira edição.

– A intenção é deixar as pessoas em dia com o mundo, com o que está acontecendo e, em função disso, acaba virando um hábito. As pessoas percebem que a gente é útil para o dia a dia delas. E tem o companheirismo do rádio, de quem está ouvindo a caminho do trabalho – finaliza Macedo.

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