20/08/2017

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Audrey Hepburn era uma ótima atriz, a voz suave a tornava uma interessante cantora…

        Audrey Hepburn era uma ótima atriz, a voz suave a tornava uma interessante cantora ocasional, tinha uma história de vida interessante, um corpo que vestia bem qualquer modelito, virou ícone da moda, mito do cinema, onde poucas a alcançaram em prestigio e idolatria, e exibia beleza, charme, elegância e doçura que faziam plateias suspirarem mundo afora. Audrey era uma delícia. Sonho de consumo de milhões de marmanjos e modelo a ser perseguido por milhões de garotas. Audrey tinha estirpe: era filha de um banqueiro inglês e de uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses. Mas sua vida não foi fácil. Durante a Segunda Guerra Mundial teve de comer folhas para sobreviver e esteve ligada à Resistência Francesa. Nascida em 4 de maio de 1929 em Ixelles, na Bélgica, morreu em 20 de janeiro de 1993 em Tolochenaz, na Suíça. Mas o mito resiste. Audrey é clássica, é cult, é diva. Audrey é tudo de bom.

            O olhar sapeca, com a dose certa da mistura infalível inocência-sensualidade, dotada de carisma incomparável, Audrey era um dos nomes mais cobiçados pelos grandes estúdios nos anos dourados de Hollywood. Sua simples – ou sofisticada –

presença era garantia de sucesso para qualquer película. Mesmo que o restante do elenco não ajudasse, o roteiro não segurasse ou o diretor não se garantisse, sempre haveria Audrey. Mas ela não costumava enfrentar este tipo de problema, pois o talento se revelou tão logo arriscou a sorte como atriz. Atuou em diversos filmes inesquecíveis como A Princesa e o Plebeu, Sabrina, Guerra e Paz, Cinderela em Paris, Infâmia, Quando Paris Alucina, Como Roubar um Milhão de Dólares, My Fair Lady, entre tantos outros. O maior sucesso foi Breakfast at Tiffany’s, inspirado no livro homônimo de Truman Capote, e que no Brasil recebeu o ridículo título de Bonequinha de Luxo.

            Sobre a capa da Life que ilustra esta página, bem, pode-se dizer que é uma capa clean, que o fotógrafo fez um belo retrato e etc. Mas o que importa é que Audrey era, e sempre será, uma delícia.

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