Medidas econômicas impactam na radiodifusão em meio à pandemia mundial

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Com o avanço da presença do Coronavírus (Covid-19) no Brasil, as empresas mudaram seus formatos de trabalho e os profissionais se adaptaram para transmitir informações essenciais à população, mas sempre destacando os cuidados de saúde. Para frear prejuízos à economia nacional com as ações exigidas para conter a pandemia mundial, o governo propôs medidas.

Entre os tópicos levantados para as empresas e que impactam diretamente nos radiodifusores, estão o diferimento do simples nacional e do FGTS por 3 meses, além da redução de 50% na contribuição para o sistema S, também por 3 meses. As ações envolvendo a suspensão de contratos com entrada do Seguro desemprego e Redução na Jornada também entram como fatores para evitar demissões em massa.

Nesta semana, o governo federal registrou também a MP 927, que trata diretamente das questões trabalhistas, oferecendo aos empresários e aos colaboradores a possibilidade de adequar os cargos e modalidades empregatícias à realidade particular de cada empresa.

“Consideramos que as medidas irão beneficiar a gestão das empresas de rádio e televisão neste primeiro momento, com ferramentas para evitar grandes problemas, mas consideramos que ações mais aprofundadas ainda se fazem necessárias, como os ajustes de modalidade empregatícia e outros”, comenta Guliver Leão, presidente da Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão.

A Fenaert destaca o importante trabalho realizado por profissionais de imprensa nas últimas semanas na cobertura do Coronavírus em todo território nacional e reforça a importância da checagem de informações e a divulgação de notícias precisas e relevantes. É necessário focar na prevenção e na saúde de cada profissional, contemplando o papel fundamental que toda a radiodifusão exerce.