Câncer, porque a “ciência” não cura? – Mauro Falcão

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O progresso científico atual está nos levando ao planeta Marte, mas o tratamento de doenças como o câncer estacionou à época antes de chegarmos a lua. E a pergunta que não quer calar: por quê?

Nos dias atuais, a complexidade dos conceitos, das formulações, das rotas de sínteses químicas, está sendo utilizada como valor financeiro agregado. Quando se agrega valor, atrai-se atenção de empresários e empresas. A partir de então, usa-se uma das mais poderosas armas de captação do convencimento social, o marketing, assim formando um dogma, onde a ciência que convence acaba também sendo convencida num círculo vicioso de difícil resolução. Um misto de ganância de um lado e ignorância do outro.

Há um método de controle estratégico criado pelo sistema. Mas quando se está dentro dele, percebe-se em volta, que mentes brilhantes também estão ali, as mesmas mentes que se busca despertar. No entanto, até que se consiga acordá-los, ainda farão parte deste grupo dominante, colocando-se no papel de opositores, pois não estão preparadas, psicológica e materialmente para serem desligadas.

Irão lutar com todas as suas forças para proteger o sistema, pois seus hábitos e costumes foram moldados pela metodização educacional constantemente patrocinada pelo lucro ganancioso que aprisiona suas mentes. Estamos dentro de uma realidade simulada e escravizadora usada para subjugar a sociedade, precisamos nos desconectar em prol do progresso, mesmo que num primeiro momento sejamos tratados como rebeldes ou adeptos da teoria da conspiração.

O materialismo do sistema de saúde (com relação a doenças crônicas) está alicerçado em colunas carcomidas pelos seus próprios fundamentos. Contradizem suas exposições, servindo de ponte para uma visão sombria, acabando por dominarem-se a si mesmos, afastando-se do juramento de Hipócrates e da luz do bem.

Contrário do que professam, o tratamento quimioterápico ainda é usado porque possui valor agregado. A manipulação destes “medicamentos” só pode ser realizada sem contato físico, necessitando de complexa e cara estrutura, não somente para agregar valor e gerar riqueza mas, principalmente, para assegurar uma reserva de mercado. Não há interesse empresarial em rotas de sínteses simples, pois podem ser facilmente clonadas e encapsuladas, esvaziando o investimento naquela pesquisa, que custa em média dezenas de milhões.

Fica evidente que os tratamentos não acompanharam a evolução do diagnóstico. Ahh, mas alguém vai dizer: “Agora tem uma químio que não cai mais o cabelo, as unhas, os dentes”. O veneno apenas foi refinado, infelizmente. O que eles não dizem é que este mesmo tratamento quimioterápico não se submete aos

protocolos da agência reguladora, pois esbarraria no quesito primordial da toxicidade, somente sendo liberado sua administração “terapêutica” em caráter excepcional e após o paciente assinar termo de estar ciente que poderá morrer durante a “terapia”.

Das três terapias tradicionais (rádio, quimioterapia e cirurgia) duas são cancerígenas por si só. Há verdades que somente são usadas pelo sistema quando lhes convém – A quimioterapia é a maior causadora de metástases! Não? Mas vamos raciocinar: Um médico quando vai fazer exame de imagem (raio x), porque ele fica atrás de uma parede de chumbo? Mas então injetar o veneno direto na veia do paciente pode?

O setor oncológico transformou-se no mantenedor das instituições de saúde, pois é o que mais recebe repasses do sistema único. Os profissionais médicos estabeleceram-se em torno destas instituições e os “colaboradores” dos laboratórios internacionais focaram seu labor em visitas às clínicas médicas. Diante disso, percebe-se que o direcionamento das linhas de pesquisas acompanham as relações sociais de consumo ou seja, o que está sendo consumido é o que vai ser pesquisado, neste caso: quimioterápicos, pois mantém o sistema.

Em vindo a público tudo isso, a indústria farmacêutica, os médicos oncologistas e suas clínicas, bem como as instituições de saúde, poderão ser compelidos judicialmente a pagarem a maior indenização da história mundial, pois, como já salientado, a quimioterapia é responsável pelo surgimento de metástases, numa ação sistemática de extermínio coordenado pela ganância financeira, trazendo um verdadeiro holocausto mundial, muitas vezes maior, que o praticado nos campos de concentração empreendido pelo regime nazista.

Por outro lado, o uso da quimioterapia em primeira instância de tratamento inviabiliza qualquer outro, visto aniquilar com o sistema imunológico que é o veículo condutor fisiológico.

Com relação ao câncer, doença metabólica (divergência deste sistema) que ocupa o 2º lugar em causas de morte em nosso país, o dogma está centrado no foco que a comunidade médico-científica dá a glicólise realizada pelo núcleo na célula tumoral, desconsiderando o papel importantíssimo do sistema imunológico e da morte celular programada: a apoptose. Quando o “sistema de saúde” enfatiza que existem centenas de causas de origem desta doença e que depende de fatores genéticos, isso joga o tema no mundo da complexidade que desestimula e ou direciona as pesquisas para o mesmismo. Caindo na rotina ideológica dominada pelo lucro ganancioso. Esta complexidade é engendrada por quem defende seus próprios interesses, estando alicerçada na ideologia que lança ao imaginário social que o único caminho a seguir é o indicado por eles, num verdadeiro efeito manada. Quando o paciente e sua família percebem tudo isso, o poder de reabilitação já foi totalmente aniquilado, tornando a cura inatingível.

E, é neste ponto que devemos levantar a bandeira de protesto contra a maior parte dos pesquisadores atuais, principalmente daqueles ligados ou patrocinados pelos laboratórios farmacêuticos. Pelo simples, mas importante fato, de que o percentual de cura da quimioterapia, após cinco anos, é inferior a 3%, segundo pesquisa nos EUA e Austrália (com exceção de alguns tipos). http://www.icnr.com/articles/ischemotherapyeffective.html

A distorção bioestatística ocorre porque, em geral, as três terapias tradicionais são administradas conjuntamente. Assim não percebemos exatamente qual delas foi a que melhor fez efeito. Entre elas, a cirurgia ainda é a mais eficaz, no entanto creditamos o sucesso, quando ocorre, conjuntamente à quimioterapia e a radioterapia, pois enquanto a cirurgia é realizada em um procedimento, as demais estendem-se por meses ou anos. Devemos nos perguntar: Porque aceitar este tratamento que além de penoso e desumano não traz cura? Apenas sofrimento ao paciente e sua família!!!

Outra pergunta intrigante: Porque morremos mais de câncer? O caminho para esta resposta não passa somente pela área médica ou citológica. A ciência fisiológica nos fala sobre o funcionamento do organismo humano. Assim, de plano, concluímos que o tratamento quimioterápico vai de encontro a esta ciência, pois agride o sistema imunológico tendo, em muitos casos, conforme relatos clínicos, levado mais à morte do que à cura. Assim, o que pensávamos ser uma grande conquista em descobrir a doença em seu estágio inicial, transformou-se em verdadeira chacina em razão do tratamento equivocado, fato este que ajuda a distorcer a bioestatística relacionada ao câncer.

As instituições de saúde fazem uso da mídia com relação à prevenção desta doença, mas apenas focalizando no seu diagnóstico precoce, pois é o que interessa a eles na busca do “cliente”, jamais se importando com campanhas preventivas como adequada postura alimentar e estilo de vida por exemplo. Assim, quanto mais se descobre a doença em estágio inicial, mais se usa esta “terapia”, em consequência os investimentos em pesquisas pelas indústrias acompanham o caminho do consumo, tornando-se um problema sistêmico e de difícil resolução, uma vez que toda a cadeia profissional, comercial e industrial se alicerça neste pensamento consumista, ou seja, a indústria farmacêutica direciona o investimento no que está sendo receitado. Foi estabelecido uma relação de consumo, a velha lei da oferta e procura. Pronto, o coquetel bombástico já pode ser usado, estamos preparados para dar tudo o que temos pela “salvação”. No início os pacientes são recebidos com zelo e carinho e após servirem de caixas registradoras são devolvidas para suas famílias aos trapos e pedaços, com a palavra de consolo “a gente fez o que pôde!”.

Estamos diante de uma guerra, uma luta de David contra Golias ou do bem contra o mal, do forte contra o fraco, do desesperado que vê suas veias serem usadas como duto do ouro químico garantidor do nefasto lucro. A única forma de causar

uma viva dor neste sistema é bater no seu ponto fraco que é justamente a ineficiência da terapia quimioterápica. Devemos sim, ter a coragem de recusar algo que não cura, embora venerada pelo médico oncologista.

A Arte da Guerra, escrita por Sun Tzu, usado por diversos estrategistas militares, como Napoleão Bonaparte, nos parece ter chegado as prateleiras dos laboratórios como ferramenta de estratégia de reserva de mercado. Pois bem, vamos também ser estrategistas, mas do bem. O alicerce do sistema de saúde é o dinheiro fácil, se atingirmos a fonte aniquilaremos o inimigo e o sistema se renderá a uma nova terapia curável, pois eles têm capacidade de articular conhecimentos. Tenham independência ideológica, não se permitam deixar dominar, o melhor tratamento para o câncer ainda é o conhecimento, mas aquele buscado pelo próprio esclarecimento e não o que é ditado por quem se beneficia financeiramente de informações falsas.

A metafísica, conforme ditos platônicos nos diz que, por trás desta tragédia humanitária, está justamente a ganância e o egoísmo, talvez este seja o verdadeiro câncer da humanidade, pois, sem transpor estes pecados capitais custaremos muito a encontrar o verdadeiro caminho.

Para concluir, façamos uso da história, estudando o homem e sua ação no tempo, concomitante à análise de processos e eventos ocorridos no passado, percebemos que nunca vencemos as leis da natureza, pois ela é sábia. Penso ainda que defender a quimioterapia e a radioterapia é ingressar no conformismo. Conformismo que acaba quando a doença bate a nossa porta, então percebemos que estas terapias funcionam para os outros e não para nós. Como defender algo que contrapõe a ciência fisiológica que é Criação Divina, pois esta esclarece a função e funcionamento de cada órgão do corpo humano e sua interação.

Enfim, o objetivo destas considerações é propor um novo paradigma em que brilhantes pesquisadores, comprometidos com o bem social, possam desenvolver seus valiosos estudos, apesar do atual sistema que tem suas bases apenas no lucro e na ganância patrocinada pelos laboratórios. Esses, sempre eficientes, apenas quando lhes convém. Há diversas outras formas de tratamento desenvolvidos por brilhantes pesquisadores, com eficiência bem superior, mas não geram riqueza. Razão pela qual são desprezados!!! (como ex: Pesquisa do Prêmio Nobel Medicina 2016 – Yoshinori Ohsumi). A informação ainda é a melhor forma de tratamento!!!

“E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.”  Coríntios 13:3

Escrito Por Mauro Falcão, em 18/03/2018
advfalcao@hotmail.com