Brahma, Esporte Clube Bahia e Africa iniciam movimento com Camisa 24

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Na última terça-feira (28), o volante Flávio, do Bahia, entrou em campo vestindo a camisa 24. Um ato aparentemente simples, mas que ainda é visto como algo arriscado no futebol por conta de um tabu que já passou da hora de ser superado. A ação agora recebe o apoio da Cervejaria Brahma e ganha o Brasil para que um número antes associado ao preconceito passe a ser reconhecido pelas cores do respeito.

Para tornar o movimento liderado pelo Bahia ainda maior, a Cervejaria Brahma, parceira de longa data do futebol brasileiro, convida mais clubes a também vestirem o #NúmeroDoRespeito. Para isso conta com o clube de Salvador, referência na luta pelo respeito a todos e todas no campo e fora dele. Botafogo, Fluminense, Santos e Flamengo foram os primeiros a aderir.

Criada pela agência Africa, a ação esteve entre os assuntos mais falados na mídia na semana passada e não se limitou ao futebol, iniciando uma conversa contra o preconceito e inspirando mais pessoas a romperem o tabu em torno do número 24 no futebol brasileiro.

A camisa 24 já esteve em campo nos dois jogos do Bahia na semana e dia 2, contra o Jacuipense, pelo Campeonato Estadual. No Bahia, Flávio já declarou que, a partir de agora, passa a vestir a camisa 24 definitivamente.

“O preconceito em torno do número 24 é uma grande bobagem que já passou da hora de ser ultrapassada. Precisamos desmistificar isso e aproveitar para debater a intolerância no futebol”, destacou o meio-campista Flávio.

“Essa é uma campanha a favor do respeito a todos e todas que queiram viver o futebol sem barreiras. Brahma é parceira do futebol brasileiro e de grandes clubes do país e se associa ao Bahia nessa luta para que todos clubes também vejam neste movimento um passo definitivo para acabar com o tabu em torno do número 24.”, disse Gustavo Castro, diretor de marketing de Brahma.

“Não é Só Futebol” é o que move as iniciativas de Brahma como parceira do esporte. No último ano a marca apresentou filmes que reforçam como a relação de um torcedor com seu time vai muito além do ato de ir a um estádio, ou escolher um time. 

“O futebol é um canal que pode servir para acentuar o que há de pior na nossa sociedade, como o racismo, as agressões, a violência e a intolerância, mas também pode servir de uma forma diferente – para espalhar cultura, afeto, sensibilidade, melhoria das relações humanas. Por isso é importante ter um parceiro tão identificado com o futebol, como Brahma, para ampliar essa mensagem. Achamos que os clubes têm de escolher se serão canais de amor ou ódio. Escolhemos o amor”, afirma Guilherme Bellintani, presidente do Bahia.