Africa cria área de CCC Effectiveness, focada em cultura digital

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A Africa, que recentemente anunciou nova área de AdTech e Performance, a Madagascar, como parte do movimento de avanço em sua aceleração digital, agora apresenta nova estrutura orientada à potencialização da relevância cultural entre as marcas que atende. Reconhecida por sua atuação multidisciplinar associada ao digital, marketing science, mídia e estratégia sob uma perspectiva criativa em seus 16 anos de carreira, Elen Posse chega à Africa assumindo a liderança da nova área e tem a missão de orquestrar as equipes de Culture Insights, Comms Plannings e Content Tendencies – o “Triple C”.

A construção da área foi encabeçada pelo Chief Strategy Officer da Africa, Aldo Pini, que identificou a necessidade de integrar em uma mesma equipe diferentes especialistas para a construção de uma visão estratégica mais ampla. “O papel da área é codificar cultura, entender movimentos, anseios e fazer com que marcas usem o conteúdo nas mais diferentes formas. Uma ideia boa tem que ser fluída e a missão da área é ajudar nisso, pensando também em canais como distribuição e não como formato”, comenta Pini.

Cada disciplina que compõe o núcleo abarca uma equipe de profissionais especialistas em comportamento e estrategistas digitais que tornam o processo de pesquisa e aplicação de insights vivo e orgânico.  Ao todo, serão quatro frentes de atuação: a criação de produtos diretos, produtos internos, envolvimentos personalizados e consultoria interna com os diversos times da agência.

Para Posse, a ambição é codificar um estilo diferente e eficaz de pensar comunicação, tendo como base o universo complexo que vivemos. “Nossa atuação sempre terá como ponto de partida a provocação criativa, pautada em relevância e sinergia digital. Pensando no digital não apenas como um canal de mídia, mas sim pela ótica de movimentação cultural proporcionada com a acessibilidade e dinamismo do meio, que acaba gerando mudanças significativas na sociedade e demandando, com urgência, novas formas de codificarmos esses sinais para termos efetivamente relevância cultural nas estratégias de comunicação”, finaliza.